No dia 30 de maio, um caminhoneiro que retornava para a cidade de Parnaíba teve uma experiência traumática envolvendo agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF). O trabalhador precisou parar seu caminhão no acostamento da BR-343, em frente ao Instituto Federal (CEFET), após um problema mecânico na correia do motor. De acordo com familiares, mesmo estando fora da via, o caminhoneiro foi abordado por policiais rodoviários federais, que questionaram o motivo da parada. Após a explicação, um dos agentes teria ligado o caminhão sem autorização do proprietário, momento em que o trabalhador teve parte das falanges de seus dedos laceradas no motor do veículo.
Segundo o relato, os agentes não acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) para prestar socorro adequado. Em vez disso, colocaram o caminhoneiro na cela da viatura e o conduziram ao Hospital Estadual Dirceu Arcoverde (HEDA), em Parnaíba. A condução, feita sem os cuidados médicos necessários, gerou revolta na família, que afirma que o homem foi transportado de maneira imprópria e sob forte dor, sem qualquer tipo de primeiros socorros no local do acidente.
O caso se agravou ainda mais quando, ao chegar ao hospital, os agentes deixaram o caminhoneiro sem acompanhar o atendimento médico e foram embora sem prestar esclarecimentos. A família denuncia que o paciente ficou desassistido no hospital e sem encaminhamento imediato, o que poderia ter comprometido ainda mais sua recuperação. O caso deve ser investigado, e a conduta dos agentes será alvo de questionamentos.
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